quinta-feira, 22 fevereiro, 2024

Transformação digital: A evolução dos serviços bancários

O conceito de transformação digital pode ser considerado como um processo, no qual as instituições se utilizam da tecnologia para garantir seus resultados, aumentar seu alcance e melhorar seu desempenho.

Os bancos são empresas que surgiram muito antes da era da informação e internet e, por conta disso, sofreram muito com a transformação digital que ocorreu com os outros mercados.

Atualmente, as instituições financeiras não apenas lideram muitos aspectos de inovação, como buscam ser referência sempre quando falamos em transformação digital e novas tecnologias. Essa atitude é fruto do aumento da concorrência trazida pelo surgimento das Fintechs e globalização de serviços.

O foco das instituições financeiras é fornecer seus produtos e serviços de maneira totalmente digital, permitindo a sua contratação por meio da internet, dispositivos móveis e computadores pessoais.

É preciso lembrar que um banco mantém um grande conjunto de serviços e produtos, e não somente a conta dos clientes (que é um dos principais serviços), mas também empréstimos, financiamentos, investimentos e outros.

Essa iniciativa visa agregar valor junto ao usuário, que preza por sua liberdade em gerir suas finanças de qualquer local. Mas sem a necessidade de se deslocar até uma agência para poder tomar qualquer atitude em relação a sua conta.

A transformação digital não está ligada tão somente ao atendimento ao cliente e a satisfação de suas necessidades, mas também ao uso de tecnologias que permitam conduzir o negócio da melhor forma possível.

Bancos são instituições extremamente complexas e, por isso, sem tecnologia e sistemas específicos, sua gestão seria praticamente impossível. Nos dias de hoje, contar com os sistemas inteligentes não apenas melhora a administração dos recursos, mas também permite seu melhor uso e aplicação.

Como a transformação digital bancária afeta o mercado atual?

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O mercado de serviços financeiros vem sofrendo grandes mudanças por conta do avanço da transformação digital, o que não envolve apenas o lado dos clientes.

Processos internos, metodologias, princípios e estruturas organizacionais têm sido drasticamente alteradas. Para comportar as novas incumbências das instituições e atender a demanda do público.

Isso pode ser visto de forma bem clara quando analisamos os relatórios feitos sobre o tema nos últimos anos.

A nível internacional, um estudo conduzido pela Accenture. Com executivos de alto escalão de instituições bancárias em 10 dos países mais desenvolvidos do mundo, chegou a conclusões interessantes.

84% dos bancos avaliados investem de forma moderada ou significativa em novas tecnologias e canais digitais. Dentre esses, 61% esperam aumentar os investimentos nos próximos 12 meses.

Outro aspecto do estudo que merece grande destaque é a conclusão de que as empresas que lideram a mudança. Realizando maior esforço para se adaptar à transformação digital. Têm conquistado resultados consideravelmente maiores em comparação com as organizações mais conservadoras.

No Brasil, podemos observar duas tendências claras. O surgimento bombástico das fintechs e o esforço dos grandes bancos em criar canais de relacionamento digitais. Bem como investir em novos negócios com marcas independentes.

Quais os impactos dessa transformação para os clientes?

Depois de ver como o mercado está se movimentando de forma rápida e em grande escala. Mas dá para ter uma noção melhor do que esperar com relação ao comportamento dos consumidores.

O fato é que a grande maioria dos brasileiros já possui smartphones ou outros aparelhos móveis com conexão banda larga.

Somando isso ao grande número de serviços bancários inteiramente digitais que estão surgindo  —  e se mostrando realmente bons . Mas a tendência é que a população priorize cada vez mais os cliques em vez de ir a agências.

Outro ponto positivo diz respeito aos preços de juros, que devem ser menores nos próximos anos. Afinal, o número de empresas no mercado só aumenta e as tecnologias móveis reduzem custos operacionais. Economia que pode ser repassada aos clientes.

Diante de tudo isso, quem sai ganhando são os consumidores, que devem ter um poder de escolha maior, processos de abertura, gestão e fechamento de conta facilitados. Tudo isso com preços mais justos e conveniência máxima.

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